sexta-feira, ago 25malandro | 06:35 PM
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(silêncio)
por, Pablo Picasso |
terça-feira, jul 18malandro | 10:00 PM
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Fidelity
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Fosse lá para quem ele estivesse a olhar, a verdade é que aquele gajo nos finais de tarde deve fazer as delícias de escritórios inteiros...
Faço votos de que as empresas de limpeza continuem a ser fieis aos clientes quando fazem provas de selecção para escolher a mão-de-obra da hora coca-cola light... faço mesmo.
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malandro | 08:57 PM
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Buy the farm
Este fim-de-semana, de mangueira na mão, quando por acaso deitei água no canteiro dos tomates, revivi aquele cheiro inconfundível dos tomateiros e dos tomates molhados. Há cheiros assim, como o dos tomates molhados, que nunca mais se esquecem... |
segunda-feira, jul 17malandro | 07:59 PM
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The Color and the Light
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Como se já não bastasse termos que "levar" com o gajo na televisão e nos mupis, ainda estamos sujeitos a receber cartas em casa com fotografias dele neste aprumos de trolha. E na carta que recebi, dizem eles, entre outras coisas, que "Se está a pensar comprar casa (...) garanta (...) a solução mais adequada ao seu caso". Não sei se estão mesmo a falar no gajo azul, mas se for o caso, eu prefiro noutros tons.
Pelo menos, ao contrário dos infindáveis cartões de visita que recebo na minha caixa do correio, de pintores, electricistas e carpinteiros, este traz fotografia do gajo. Já que uma das questões mais importantes nas obras que se fazem, é a qualidade da mão-de-obra, os mestres de obras deste país deveriam seguir todos o exemplo, ou então o nosso Primeiro deveria legislar sobre o assunto, pois seria muito mais fácil escolher na hora um gajo para nos fazer as obras lá de casa (já que agora chegou a moda das coisas na hora), se se decretasse que seria obrigatório passarem a fazer os cartões de visita com fotografia do "Bob, o construtor", em tronco nu e com a respectiva trincha na mão.
Fica a ideia.
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sábado, jul 15malandro | 08:39 PM
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Hands up
Mesmo tendo sido um lugar insólito para bater, não sei se terá sido o sítio mais estranho onde já o fiz, Entre os lugares menos convencionais, já "sacaneei" numa guarita de umas instalações militares abandonadas; Numa praia ilhoa, quase deserta, pelas 3h da madrugada, completamente nu e com os pés já dentro de água, ou; Enquanto conduzia, sozinho no carro, também já de madrugada, no IC20, e desta feita vestido. Falando sobre este assunto com um gajo, ele dizia-me que uma das mais insólitas (e proveitosas) que bateu, foi na adolescência, durante uma viagem de carro com os pais e os dois irmão (obviamente sem que ninguém desse por nada). Até acho que todos fizemos coisas parecidas nessa fase da nossa vida nos primeiros anos de sacanas, mais que não seja porque fazia parte do nosso "crescimento". E pensando noutros sítios que poderiam ser insólitos e adrenalínicos para bater discretamente, entre eles penso no elevador, com mais pessoas lá dentro, naturalmente; ou durante uma reunião entediante; numa viagem de metro, ou numa operação stop, desde que não nos obriguem a por as mãos para cima... mas haja imaginação. E tu onde já foste sacana? E quais são os teus fetiches? |
quarta-feira, jul 12malandro | 10:07 PM
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Excited But Not Enough
A expressão é picoense, mas até hoje não percebi ao certo se SACANA é aquele que bate, ou se um gajo bate uma SACANA, mas seja qual for a forma correcta, quando se fala em sacanas, não fico excitado, mas dá-me sempre vontade de rir. |
malandro | 09:18 PM
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Big ben again
Nem todos os gajos partilham desta opinião, conheço gajos que dizem que batem duas por semana, ou quanto muito, dia sim, dia não, Gajos que se controlam no bater porque ficam com olheiras e por isso não batem no dia anterior a uma reunião importante, Gajos, até, que se esquecem de bater durante uma semana... Uma vez um amigo contava-me que tinha dito num chat a um gajo que ás vezes batia quatro ou cinco por dia, e que o outro gajo não acreditava e achava que era no gozo. Mesmo para mim que sou um gajo que gosta de bater, e que bate quase todos os dias, quatro ou cinco não é propriamente a regra, mas acontece, Bater duas ou três por dia não é mesmo nada de anormal, Bater uma por dia é mesmo a coisa mais natural que me possa acontecer. Raro talvez seja um gajo que me disse que ja tinha batido 22 num dia (quase uma por hora), ou outro que era capaz de bater 3 antes de se levantar de manhã da cama (e que chegava a bater dez por dia)... Quando se fala de bater muitas num só dia, costumo contar a história que um gajo me contava sobre goleadas no futebol. A lenga-lenga é sobre golos, mas a adaptação ao "batanço" não é muito dificil: Ao primeiro salta-se do sofá; Ao segundo dizemos que já está ganho; Ao terceiro já começa a ser histórico (não é todos os dias que se marcam 3); Ao quarto já é uma goleada; Ao quinto e daí em diante a festa já é tanta que cada um que se marca já é só mais um que fica para a história... Mas isto é como tudo, um gajo pode ser o melhor ponta de lança do campeonado françês, e quando chega ao mundial marca logo aos 4 minutos e durante um mês não marca mais nenhum... |
segunda-feira, jul 10malandro | 10:52 PM
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Somewhere I Know There's Nothing
Esta semana aconteceu talvez a mais caricata de todas a viagens ao lado de gajos, Este foi escolhido, Entrei quando já quase todos estavam sentados, escolhi um gajo, vulgo um lugar, e sentei-me. O gajo, que estava de pernas abertas, à gajo, assim ficou, ocupando uma cota parte, embora que pequena, do espaço que deveria ser meu. depois de ajeitar a mochila e as pernas, lá se acomodou, mas deixou a perna encostada à minha, Não era que me incomodasse, mas sempre fui muito cioso da minha envolvente mais intrínseca e não me parece normal que um gajo esteja sentado ao lado de outro e não se importe de ir de perna encostada, Mas assim fomos quase toda a viagem, e muito sinceramente aquele encostar de perna até me pareceu provocante da parte dele (ou pelo menos desfrutante), Mas os "encontros" não ficaram por aqui e por largos períodos houve mesmo contacto de braços, contactos esses que no verão são muito mais perceptíveis... Indaguei alguns gajos sobre o assunto e as respostas/comentários foram em uníssono, pelo que passo a citar: "ele ia de pernas abertas porque devia ser grande e precisava de espaço", "devias provocar, davas-lhe um toque na perna com mais força e depois olhavas para ele com sorriso maroto e pedias desculpa", "é à gajo, e qualquer gajo precisa de contacto", "os pretos por exemplo gostam muito de abrir as pernas imenso e deixar as pessoas ao lado sem espaço nenhum" ou "mas confia em mim, os gajos gostam do contacto, Se o outro reagir mal ao contacto é que é caso para desconfiar, tens de deixar ficar encostado e fingir que nada se passa" |
malandro | 09:36 PM
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Somewhere I Know There's Nothing
Contas feitas, passo quase 5% da minha semana em viagens (o que até nem é anormal, atendendo a que quem demore diariamente 45 minutos entre casa e o emprego, passa o mesmo tempo em transportes públicos ou ao volante do carro). Mas estas longas viagens semanais, além de serem cansativas, obrigam-me a passar algumas horas seguidas sentado ao lado de alguém com quem na maioria das vezes nem chego a falar. Eu não sou gajo de meter conversa sem mais nem menos e, diga-se a verdade, a maioria das pessoas que tem viajado ao meu lado não é muito diferente. Há tempos, durante uma viagem, comentei com um amigo em como era muito estranho este modo umbilical de viajar, e que mais se nota nas vezes em que o comboio ou o expresso vão mais vazios e cada um escolhe a sua janela, com distribuições equidistantes, para ali passarem horas a fio a ler, ouvir música, nos sms, ver um filme, desfrutar a paisagem, dormir... Mas como muitas das vezes até vamos com lotação esgotada, e nem sempre levo alguém aprazível a meu lado, adoptei uma nova estratégia há umas semanas atrás: sou dos últimos a sentar-me, e sem dar grande importância aos lugares marcados (porque só meia dúzia de pessoas se preocupa com isso) escolho um lugar ao lado dum gajo, e de entre os gajos, vulgo lugares disponíveis, escolho um que pareça uma pessoas interessante, para uma eventual conversa, obviamente. Neste últimos meses, mesmo antes da nova estratégia, até aconteceram alguns momentos mais caricatos: Uma vez em que fui frente a frente com um gajo, e em que várias vezes durante a viagem os nossos olhares cruzaram-se e fixaram-se, tornando-se mesmo embaraçoso nalguns momentos, Ele acabou por sair numa estação antes da minha e olhou para trás antes de sair; Outra de um francês que se levantou de outro lugar para se sentar ao mau lado, porque era o lugar que estava no bilhete (disse ele) e com quem tentei manter conversa em inglês (sem grande sucesso) sobre férias de inverno em Portugal, Numa segunda tentativa ofereci-lhe bolachas (com resultados mais infrutífero ainda), Acabámos por sair na mesma estação e ele ainda esboçou um aceno de adeus, acompanhado por um sorriso, quando já na rua olhei para ele uma última vez; Outra de um gajo, com ar de puto de vinte anos que fui quase todo o tempo a dormir de boca aberta, No momento só me lembrava da história que um amigo meu conta sobre as coisas que os gajos do desporto fazem quando viajam em autocarros e algum adormece de boca aberta... |
terça-feira, jun 20malandro | 11:02 PM
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Green to red
E porque amanhã é dia de mundial a verde e vermelho, vamos ficar todos a torcer para que o Helder Postiga jogue, porque se não me falha a memória foi o jogador português merecedor de mais créditos na edição das "bolas de ouro" realizada aqui no GH, na época do Chá de Limão. |
domingo, jun 18malandro | 04:22 PM
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Claro que si
A vida é apenas um sopro. |
sexta-feira, jun 9malandro | 10:49 PM
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Nothing to lose
(Friedrich Nietzsche) |
sábado, jun 3malandro | 12:19 AM
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You're So Pretty
Há uns meses dei por uma nova cadeia de lojas que também anda por aí nos shoppings da capital - a Whatchme - que por sinal também costuma ter como empregados uns putos (menos betos que os outros), mas engraçados e envergando t-shirts verde "chá de limão" iguais ao logo da marca. Ao contrário na antiga MichelleK de Telheiras parece que nestas loja-quiosque não existe uma fidelização aos putos mais ou menos betos, e um dia deste chegaram mesmo ao despropósito de terem uma gaja como empregada... Lamentável meus caros da whatchme, lamentável. |
quarta-feira, mai 31malandro | 08:57 PM
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Portmarnock Beach Boy Blue
O Zig Zag, para os mais distraidos, é um programa infantil que ocupa as manhãs da 2:, e que é apresentado por um gajo com ar de beto, de seu nome Duarte Gomes, É, em suma, este o gajo que apresenta os desenhos amimados não violentos que se podem ver na televisão portuguesa, como o "Bob, o constructor", o "Noddy" ou "As pistas da Blue", É precisamente este último que eu tenho acompanhado com mais assiduidade, "As pistas da Blue" passa na 2: por volta das 13:30 e tem dois protagonistas: a Blue (uma cadela azul com bolas azuis), e o Duarte, (o apresentador do Zig Zag), Sobre a Blue não tenho grande coisa a dizer, mas sobre o Duarte posso vos dizer que tem animado os meus almoços quase sempre solitários, O Duarte faz de Duarte, e é uma espécie de detective com camisola ás riscas verdes que vai descobrindo as pistas da blue e desvendando os mistérios de cada dia, E o Duarte é um verdadeiro artistas: ele apresenta, ciontracena com desenhos animados, canta, dança, desenha, faz vozes... Acho que sou gajo para no próximo feriado passar a manhã inteira a ver o Zig Zag só por causa do Duarte, e admito que se eu tivesse 5 anos, quando crescesse queria ser como ele. Para terminar gostava de vos presentear com a música que o Duarte canta, enquanto dança, sempre que descobre as pistas da Blue ("descobrimos as pistas, descobrimos as pistas, descobrimos as pistas, as pistas da Blue"), mas infelizmente nem um sample encontrei. Para me redimir aqui vos deixo a única foto dessa dupla que faz as maravilhas das nossas criançinhas. |
segunda-feira, mai 29malandro | 08:54 PM
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The Kids in this Town
Acabámos todos a falar de adopção e eu aproveitei por lançar para a fogueira o eterno debate sobre a adopção por parte dos homossexuais... Polémico, pois claro está, Mas qual não foi a minha surpresa quando as gajas presentes defenderam efusivamente a adopção por parte dos casais homossexuais, e uma delas chegou mesmo a dizer, em defesa da ideia que os homossexuais poderiam educar uma criança e fazer dela um adulto normal criado como muito amor, que "se aquelas pessoas estão juntas, mesmo com todas as dificuldade que isso tem, então é porque gostam uma da outra de verdade"... Fiquei por segundos sem palavras, não só por eu próprio gostar de um gajo, mas também porque o argumento do amor, e da educação de crianças com base no amor, é um argumento que demora algum tempo a desmontar. Eu tenho uma posição, é certo, e nem é das mais populares entre o nicho gay, mas é uma posição que tomo não por que ache que um casal de homens ou mulheres homossexuais não poderá adoptar e educar uma criança, mas porque a adopção é por natureza algo muito delicado e porque a união entre gays, assim como a sua aceitação como iguais ainda terá que dar muitos e enormes passos. É delicado e controverso, eu sei, mas sou contra a adopção por parte dos casais homossexuais neste momento. Há aquela velha teoria de que é pior uma má família do que não ter família nenhuma, mas acho que é tudo teórico e na prática poderia ser trágico dar a uma criança uma familia de gays neste contexto social. |
quarta-feira, mai 24malandro | 09:00 PM
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Always On My Mind
Nelas dentro de momentos senhores passageiros" Há tempos, curiosamente, ía eu a caminho de Nelas e disse aos meus amigos panascas mais chegados: "Vou Pa'Nelas". Daqui se conclui que é uma terra dada a trocadilhos, e pelos vistos nem são todos tão panascas e tão mal'amanhados como o que me ocorreu. E por falar em terras dadas a trocadilhos mal'amanhados, ontem um colega de trabalho falava-me numa terra micaelense perto de Vila Franca do Campo, curiosamente também ela dada a muitos trocadilhos, Falo de Água-de-Pau, Lembrei-me, a propósito, de um slogan de um partido político que andava espalhado por toda a terriola (na altura decorria a campanha para as últimas autárquicas): Por uma água-de-pau ainda melhor... Como se vê por esta amostra, não são apenas Tomar e Abrantes que são dadas a trocadilhos. |
segunda-feira, mai 22malandro | 09:57 PM
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Hard to Find
Hoje ele dizia-me que tinha respondido a um anúncio de emprego para aqui perto e aproveitou para perguntar: Moras sozinho?, Moro com dois gajos, mas ando sem paciênca para estudantes universitários que só veem futebol e os morangos com açucar, Olha, se eu for para aí podiamos dividir casa, que achas? Nunca se sabe, pelo menos podíamos ir beber uns copos à noite, Fica descansado que eu não falo sobre futebol, quase nem vejo tv, mas tenho a mania que cozinho bem e canto muito no banho, Olha eu tb canto no banho mas tenho a mania que cozinho mal e embora veja futebol e até saiba uma coisa ou outra, não é assunto do dia a dia. Embora não passe de uma hipótese remota, dividir casa com um gajo que embora não conheça pessoalmente, mas que conheço melhor que a muita gente com que estou todos os dias (nomedamente os gajos lá de casa) e com quem manteria de certeza conversas e uma amizade interessantes (além de ganhar um amigo para os copos) seria realmente interessante... Encontrar potencias amigos é realmente dificil, e um amigo dizia-me há dias, a propósito dos gajos amigos que tem, que "todos eles acabam por ser gajos que, por um ou outro motivo sao diferentes, e talvez por isso mantenha essas amizades". Penso que é mesmo assim que vejo os gajos de que consigo ser amigos, gajos diferentes e sempre dificeis, muito dificies de encontar... |
quarta-feira, mai 17malandro | 10:24 PM
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Eu vou torcer
Para este ano adianto desde já que não estou como muita paciência para andar à pesca de jogadores de futebol em cuecas, são 32 equipas, mais de 700 jogadores, provavelmente ainda teria que realizar uma final intercontinental... Haverá contudo alguns aliciantes no mundial, como por exemplo a estreia da Ucrânia com a presença do já confirmado Andriy Shevchenko... a não perder :-) Até podemos todos torcer por uma final Portugal-Ucrânia, ou Portugal Suécia. A como o Mundial está à porta, os gajos do futebol andam por aí, Por estes dias apareceu mais um por tudo quanto é mupi da cidade a anunciar um "novo equipamento", Confesso que nem percebi que era o puto Moutinho, (que nem é mundiavel) e até nem lhe achava grande piada, mas parece que o gajo é o novo embaixador dos «Sumólicos Team» e na foto nem ficou nada mal. Consta que vai andar tudo como ela na mão, a nova garafa da Sumol, como é obvio. ![]() |
sábado, mai 13malandro | 10:54 AM
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This is not my song Anymore
E como disse muito recentemente a um outro leitor do GH, "a minha vida não é propriamente o livro aberto que esse blogue possa parecer"... não é mesmo. |
segunda-feira, mai 8malandro | 09:21 PM
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Darling be home soon
Há uns meses o T. convidou-me para um jantar de gajos, ao qual não fui por não conhecer os outros "gajos", mas também porque andava de mau humor e pouco sociavel, Foi um erro, Até teria sido giro, Embora corresse o risco de passar o resto da noite com um bando de gajos básicos, e de passarmos a noite a falar de avançados, defesas centrais e treinadores adjuntos, jantes de liga leve e ailerons, tinha ali uma oportunidade para o testar ao fim de 3 ou 4 cervejas (embora não fosse a ocasião ideal). Um dos outros "gajos" que ía para a tal "noite de gajos" era o irmão da namorada do T., por sinal um gajo engraçado com cara de puto giro reguila e muito bem humorado, Até suspeito, pela vezes que já falei com ele que terá algum Gray Humor, mas nunca se sabe, afinal é serralheiro de alumínios e é até capaz de ser ligeiramente primário (eu a ser elitista novamente). E certa vez presenciei mesmo o T. a apalpar o rabo ao irmão da namorada, "na brincadeira" (coisa de futuros cunhados putos e amigos de bairro, obviamente), à frente das namoradas de ambos, e aquilo teve ar de que não seria a primeira vez (e com putos de 23 anos é melhor ficar de pé atrás). Para compensar o T. da minha não ida ao jantar de gajos convidei-o há tempos para irmos juntos ao futebol, e lá fomos os dois a Alvalade, e claro está que passámos a noite a falar de futebol... E depois do jogo tive para convida-lo para uma ida ao Bairro Alto, mas desisti, porque para além do ar, ele é mesmo gajo de tar a olhar para o relógio o tempo todo e de ligar para a namorada de meia em meia hora a dizer "Querida vou cedo para casa". |
domingo, mai 7malandro | 09:44 AM
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Across the universe
Assim vou ser feliz... __ |
sábado, mai 6malandro | 05:06 PM
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You're So Pretty
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segunda-feira, mai 1malandro | 01:56 PM
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Boys and girls
Eu penso que a ordem poderá ser mesmo esta, Não é normal os panascas gostarem e saberem muito sobre carros, gostarem de mulheres é coisas rara e o gosto por futebol quando acontece é mesmo uma daquelas excepções que justificam a regra. Confesso que eu de carros não sei quase nada, de futebol muito pouco e de mulheres tem dias... Mesmo assim, entre os meus amigos, ditos panascas, talvez o mais normal seja mesmo falar de mulheres e nem me estou a ver na cama com um gajo a falar de jantes xpto, ailerons e caixas de velocidade, livres directos e os últimos reforços do Paços de Ferreira, Em contrapartida já acho mais natural estar na cama com um gajo a falar de mulheres, do que gostamos de fazer com elas, do que nos excita, do bom que seria um menáge e falar sobre as coisas que faríamos, em suma, uma conversa daquelas entre gajos a roçar a brejeirice, deveras engraçada e bastante excitante, Mas não é para todos, e claro que é preciso gostar :-) |
sábado, abr 29malandro | 05:29 PM
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The mezzanine
Actualmente estou desterrado dos meus amigos, mas pelo menos o J. tem me feito algumas visitas e temos saído algumas vezes, Sair com amigos (gajos) tornou-se numa coisa agradável nos tempos recentes, Depois de ter ultrapassado aquela barreira invisível que todos passamos um dia quando assumimos as coisas perante nós mesmo, sair com um amigo e poder falar de gajos e de gajas, olhar para gajas e para gajos, comentar sobre o rabo deste gajo ou as mamas daquela gaja, parece-me algo visceral demais para não ser feito. Mas a meio desta semana aconteceu o impensável, combinei sair com uma colega (o convite era para mais pessoas mas foi ela a única que aceitou) e fomos a uma bar com música ao vivo onde ficámos até ás duas da manha, O inicio da noite até foi interessante enquanto não havia muito que ver, conversávamos e bebíamos tangos sentados junto a uma janela que mais parecia um mezanino sobre a cidade, mas enquanto a noite avançava e o bar foi enchendo e os gajos e as gajas chegando, fui viajando no tempo e sentindo que embora aquela fosse "a noite" que eu queria, a companhia não era nada empolgante, A noite acabou por ser uma seca. Saio pouco e quando o faço gosto de me divertir a sério, e talvez seja precipitado dize-lo mas cheguei à conclusão que já não tem piada nenhuma sair com gajas… |
quarta-feira, abr 26malandro | 08:03 PM
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Young & old
Numa conversa com um gajo muito mais velho e mais vivido do que eu, em tempos idos, ele dizia-me que preferia os gajos primários, porque eram menos complicados e não intelectualizavam as relações, por outro lado dizia que não se inibia de fazer apreciações sobre este ou aquele gajo era giro ou não, e que se justificava sempre como sendo um esteta... Mas não é uma desculpa, talvez esteja mesmo no nosso ADN, ou talvez seja antes moldável, Eu sou apologista de que tudo se aprende: desenhar, cozinhar, compor, gostar de gajos, Todos poderemos ser um grandes compositores, embora a notabilidade fique só para alguns, Do mesmo modo todos nós nos poderemos apaixonar por um gajo (eu achava até há muito pouco tempo que não). |
domingo, abr 23malandro | 04:35 PM
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I'll Be a Writer
"Temos todos pernas até ao cu." Ao mesmo gajo que ouvi dizer isto, um ex-colega de trabalho com quem me dou muito bem, quase com 40 anos, casado, pai, treinador de futebol nos tempos livres... ouvi esta outra frase que trago gravada no meu telemóvel para não a esquecer, e que é por si só o retrato do verdadeiro espírito natalício: "Não ponhas outra vez o cu na chaminé, porque o Pai Natal não te dá nem mais um caralho." Eu diria que são ambas soberbas, e foram as duas proferidas durante conversas telefónicas entre o gajo e supostos amigos dele. Se forem de sua autoria então o gajo é a rebelo pinto dos treinadores de futebol em part-time :-) |
malandro | 10:30 AM
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A distance
Desculpem o brejeirismo, mas chamando as coisas pelos nomes: tomar banho com gajos é coisa em que sou tão selectivo como levar no **, Se há coisas que fiz com muito poucos gajos, uma delas foi mesmo tomar banho debaixo do mesmo chuveiro, mas as vezes que o fiz e com quem, foi um prazer desmedido, É daquelas coisas que talvez seja melhor não serem banalizadas e quotidianizadas... Julgo que os maiores prazeres da vida são tão subtis que são desprezados pelo comum dos mortais. Se por um lado há aqueles momentos de prazer vulcânicos que são de cortar a respiração, Por outro lado há os pequenos prazeres, muito subtis, que nos deixam inebriados, Prefiro os segundo, e falando apenas de sexo (porque os pequenos prazeres subtis são transversais à vida), as subtilezas que tenho descoberto envoltos nos lençóis e em muita cumplicidade, deixam-me cada vez mais rendido aos relacionamentos com gajos, que são afinal muito mais sensíveis do que se poderia imaginar. Mas voltando aos banhos, os meus dias começam sempre com muito prazer, debaixo de um duche quente, muito quente de preferência... é quase orgásmico e adio o mais que posso o fim dos duches matinais e quase sempre solitários, Mas ficar abraçado a um gajo que seja importante para mim, debaixo de um duche escaldante, é de nunca mais esquecer. Fi-lo com poucos, muito poucos, mas importantes, muito importantes, gajos por quem senti coisas nobres, que me saíram da entranhas, gajos que nunca vou esquecer. Subtil, muito subtil... E onde entra a distância? A distância está sempre presente na minha vida, As pessoas com as quais consigo partilhar pequenas subtilezas, como dançar ao som de This One's for You, do Ed harcourt, fingindo que somos dois pássaros, ou dar um abraço eterno debaixo de um chuveiro, estão longe, sempre longe de mim, e nem sei até quando... |
sexta-feira, abr 21malandro | 08:45 PM
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Like Anything It's Small
Recentemente trabalho com um gajo pouco mais novo do que eu, e recém casado, que é verdadeiramente avantajado, mas avantajado mesmo, Não é uma questão de voyeurismo, mas há coisas que saltam à vista, Não sei se será do corte das calças, se será ta tipologia dos boxeurs, mas é inevitável, o gajo está sentado ao meu lado o dia todo, vamos juntos ao café, passamos os dias com uma proximidade tal que mesmo que eu fosse um gajo muito distraído já teria reparado nisso de certeza. Um dia destes fomos apanhados os dois numa conversa verdadeiramente curiosa entre duas colegas nossas que falavam sobre o engomar da roupa, e uma delas, muito prendada como se verá, dizia que engomava tudo quanto era roupa, incluindo meias, cuecas, toalhas, e que havia roupa que ela até engomava dos dois lados para vencer as rugas mais teimosas, Não sei se foi de se falar em roupa interior, mas a meio da conversa, e enquanto eu pensava que era mesmo uma gaja daquelas que não queria, diz-me o meu colega avantajado num registo mais baixo e com um sorriso malandro, “Eu só me casei com a minha mulher depois de ter a certeza que ela passava dos dois lados”, Ele riu-se e é claro que eu também me ri que nem um perdido, mesmo sem tecer comentários, e enquanto pensava que se calhar aquele sorriso era de puro gáudio por lhe ter sido muito difícil encontrar uma mulher que passasse dos dois lados, porque se aquilo que já salta à vista for o gajo no seu estado normal… |
segunda-feira, abr 17malandro | 08:33 AM
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Contradictions
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domingo, abr 16malandro | 09:04 AM
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Restolho
Depois desta descoberta fiquei a pensar no que se teria tornado a música da Mafalda Veiga, se ela tivesse nascido nas beiras, Para que não haja dúvidas, aqui fica o resultado: a embalar a noite escura e fria e a perder-se no olhar da ventania que canta ao tom do velho campanário. esquecido, enlouquecido, dominado escondido entre as sombras do montado sem forças e sem cor e sem vontade. nos campos que a ceifeira mutilou dormindo em velhos sonhos que sonhou na alma a mágoa enorme, intensa, aguda. semear no pó e voltar a colher há que ser trigo, depois ser panasco há que penar para aprender a viver e a vida não é existir sem mais nada a vida não é dia sim, dia não é feita em cada entrega alucinada pra receber daquilo que aumenta o coração. __ |
sábado, abr 15malandro | 02:45 PM
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An old familiar scene
vs "A ideia era fazer uma coisa mais paneleira." |
malandro | 10:03 AM
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Point of life
Trazendo à tona das memórias a minha primeira vez com um gajo, e quando no final ele me perguntou se queria tomar banho, achei aquilo muito estranho, Não hesitei e respondi que não era necessário, Na altura ainda era "simplesmente gajo" e portanto estava formatado para o rolo de papel higiénico, mas a verdade é que também não devo ter achado muita piada à ideia de tomar banho na casa de um estranho, com a agravante de ele ser panasca. Há momentos da nossa vida em que as coisas mudam realmente e neste momento o banho depois da queca já é uma coisa que me parece normal, mas mesmo assim é algo muito recente, Talvez já não seja eu "simplesmente gajo", Talvez já esteja formatado para a nova realidade, mas tomar banho com um gajo depois de batermos umas tornou-se um verdadeiro prazer, quase orgásmico. Mas não há regra sem excepção, e nem sempre se toma banho, há aquelas vezes em que dormimos com um gajo, sem banhos, sem recurso aos rolos papel higiénico, mesmo como o orgasmo nos deixou no mundo... Esta é a realidade dos últimos 6 meses, em que só fui para a cama com gajos que significavam realmente alguma coisa para mim... |
sábado, abr 8malandro | 09:11 AM
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Mystery in her hands
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domingo, abr 2malandro | 04:37 PM
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Face of '73
O D. e eu somos da mesma área profissional, temos mais ou menos a mesma idade e ele está a trabalhar numa empresa onde trabalhei. Há cerca de duas semanas, dois ex-colega com que me dava muito bem, telefonaram-me lá da empresa e o D. pediu para também falar comigo, para dizer olá... Um dia desta semana recebi um telefonema duma empresa para onde eu teria enviado curriculum há 3 anos! Recusei cordialmente o convite para entrevista, mas lembrei-me do D. e que ele poderia estar interessado. Não me lembrei que tinha ficado com o nº dele e envie uma sms à nossa amiga comum a dizer que tinha um contacto para uma entrevista para o D., e que se ele quisesse que me telefonasse. Minutos depois recebia mais um telefonema do gajo. A conversa sobre a entrevista foi rápida, demorou 5 minutos, dei-lhe o número de onde me tinham ligado e expliquei-lhe para o que achava que deveria ser a entrevista, mas a conversa demorou mais 25 minutos…, mais uma vez numa amena cavaqueira, sobre tudo e sobre nada. Claro que ás tantas pensei que aquilo quase parecia uma conversa de chat com um desconhecido e que só faltava batermos uma, Nada disso aconteceu mas a grande surpresa veio no fim, quando ele se despediu de mim como um "adeus" acompanhado do nome com um “inho” no fim. São poucas as pessoas que acrescentam “inhos” e “itos” ao meu nome quando falam comigo, e assim de repente só me lembro mesmo de pessoas que me conhecem desde que nasci ou dos meus melhores amigos… Mas ás vezes, quando pensamos que o dia já acabou, temos surpresas destas… __ |
sábado, abr 1malandro | 11:57 PM
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Perfect day
(Há pensamentos assim... profundamente panascas...) |
sexta-feira, mar 31malandro | 10:33 PM
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Something new
Espantados? Pois, a moça vive aqui desterrada, mas é licenciada por uma universidade de Lisboa, viveu lá 5 anos, nasceu e viveu numa capital de distrito, vai a cidades dignas desse nome todos os fins-de-semana e conhece grande parte da Europa… Depois daquela conversa fiquei a pensar que cara de espanto faria ela se por acaso do destino lesse este blogue ou se visse as sms's que troco com alguns amigos, muitas vezes com um gray humor muito apurado, e com “smiles” como :-o , .|., (-, ou (-(-. Este dois últimos foram inventados por mim, pelo R. e pelo F. em noites de chat e numa altura que tínhamos um blogue a 3, que terá sido provavelmente um dos primeiros blogues bi português, senão mesmo o primeiro. Nas altura a assinatura final dos post era 1 ( ) com (-, que passo a traduzir, “um abraço com tesão”. É claro que a minha colega não entenderia isto e teria eu alguma dificuldade para lhe explicar que abraços (com tesão) são coisas de homens… Assim me despeço com, 1 ( ) c/ (-, a caminho do BA |
domingo, mar 26malandro | 12:00 PM
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Shorter, Shorter
Já que a vida é curta, que o resto não seja. |
malandro | 11:41 AM
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Television
“Loucas são as noites que passo sem dormir”, diz o poema da canção, e chegaram mesmo a ser noites sem dormir, loucas; Na memória guardo 3 longas noites à conversa, que chegaram às 5 horas non stop, madrugada dentro: Uma com o R., quando ele acabado de chegar a Lisboa precisava de conversar depois do trauma do seu primeiro “embate” com as experiência gays, com um gajo do qual só se lembra da nuca; E duas noites também longas, com o F., noites essas sem dormir, até o dia clarear, com conversa à deriva, até que chegou a hora do trabalho e da faculdade… __ |
sábado, mar 25malandro | 11:50 AM
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Clandestino
As poucas vezes que tive algo mais duradouro com homens não me passou pela cabeça ter outros envolvimentos no masculino, ou se passou, não havia razão para o fazer acontecer, Não me fazia falta, Sentia-me preenchido, salvo seja. Mas a distância muda as coisas, por muito que se ache que não, Sentimo-nos mais sós, mais inseguros, à deriva, menos aconchegados na presença de um amigo, sentimos até inveja dos outros que usufruem dessa companhia. |
sábado, mar 18malandro | 07:58 PM
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Older
Pode parecer estranho mas embora exista o mIRC, o Terravista, números nas portas dos wc´s públicos, o Gaydar, gajos no Finalmente e no Trumps, engates de autocarro, parece que o TvChat está cheio de promissores amigos (ou estava, o daquele tempo). Terá sido coincidência? Talvez não… SMSava entretanto sobre este assunto com um desses "velhos" amidos do TvChat e ele lembrou-me de uma velha teoria minha – a teoria da velhinha e do bombeiro. Era simples a dita teoria, Tinha eu ouvido algures, entre os meus conhecidos ou familiares, provavelmente, a história de uma velhinha que a meio da noite ligava para os bombeiros, não por causa de alguma maleita que a apoquentasse, mas para ouvir uma voz amiga do outro lado da rede fixa, falar com alguém, partilhar aquele momento de solidão. As longas noites de TvChat que tive não foram mais do que isso, Não éramos nós mais do que “velhinhas solitárias” que procuravam uma voz amiga do outro lado da rede móvel. Tenho saudades daquelas noites... |
sábado, mar 11malandro | 11:54 AM
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A list of things
“Quero um gaijo que cozinhe, limpe a casa e chupe bem…” Que não se caia na tentação de dizer “Foda-se, mas isso é uma gaja”, porque não é verdade, e que me desculpem as senhoras gajas que por aqui passam (e que são algumas). Claro que respondi ao gajo “Até me safo nas 3, mas não são coisas que goste de fazer todos os dias”. “Hum!!!”, foi a resposta dele, assim mesmo com 3 pontos de exclamação… Que dizer! Realmente há gaijos que querem este mundo e o outro!... (Mas adianto desde já que é gajo de boxeurs largos) |
domingo, mar 5malandro | 08:37 AM
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Welcome Home
A última vez vi um dos exemplares da espécie que habita lá em casa, foi na semana antes do Carnaval, num dia em que o J. teve exame, Estava eu às volta com os atacadores, no meio do corredor e de joelho no chão (que posição ingrata), e vejo o gajo a passar do duche, em boxeurs, e foi até uma desilusão porque nunca achei muita piada a boxeurs largos, por fazerem sempre pouco jus ao corpo de um gajo da cintura para baixo. Fiquei depois a pensar no assunto e cheguei à conclusão que até poderia ser um bom presságio, afinal de entre os gajos com quem tive casos de cama, pelo menos os mais relevantes, a maioria tinha preferência pelos ditos boxeurs largos... (O gajos que já vi de calças na mão ficam liberados de responder a este inquérito de opinião :-) |
sábado, mar 4malandro | 04:40 PM
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Wedding day
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malandro | 01:55 PM
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The Leading Guy
O panasca #1 convidou o panasca #2 para ir passar o Carnaval com ele. O panasca #2 aceitou. O panasca #2 não conhece pessoalmente nenhum dos panascas que se seguem. O panasca #3 ficou triste por o panasca #1 ir passar o primeiro feriado do ano com o panasca #2… O panasca #4, no mesmo dia em que o panasca #2 ia chegar, mas umas horas mais cedo, foi tomar café com o panasca #1, mas levava companhia – o panasca #5, com que já tinha trocado algumas “impressões”. O panasca #1 e o panasca #5 não se conheciam pessoalmente, embora já tivesse havido troca de impressões entre cada um deles e o panasca #4. Enquanto andavam no Shopping onde foram tomar café, o panasca #4 encontrou o panasca #6, que era ali das redondezas e com quem ele já tinha trocado algumas “impressões”. O panasca #1 só conhecia o panasca #6 de ouvir falar nele, e o panasca #5, além disso, já se tinha cruzado com o panasca #6 num chat e já tinham falado por telemóvel, embora o panasca #6 não soubesse. O panasca #6 cumprimentou o panasca #4 e foi-se embora. O panasca #1 até gostava que o panasca #4 passasse lá o Carnaval, mas ele não aceitou o convite, preferia ir brincar ao Carnaval para Lisboa com o panasca #5 e com o panasca #7, com quem tinham combinado ir para o Bairro Alto. O panasca #4 nunca trocou “impressões” com o panasca #7, que se saiba, e por incrível que pareça. Consta que a meio da noite o panasca #5 e o panasca #7 deixaram o panasca #4 e foram ás suas vidas, provavelmente trocar “impressões" respectivamente com o panasca #8 e o panasca #9, e o panasca #4 acabou a noite sozinho. Parece que o panasca #4 e o panasca #7 foram conhecer o panasca #8 dias depois... Esta história de panascas aparentaria ser menos confusa se o panasca #3 não se tivesse armado em complicado e não tivesse voltado atrás no convite para o panasca #4 ir passar o Carnaval com ele. Alguém disse que os panascas não eram complicados? |
domingo, fev 26malandro | 07:17 AM
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Mistery in her hands
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sábado, fev 25malandro | 12:05 PM
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Paint My Days in Color
Amizade entre pessoas de etnias diferentes. |
malandro | 11:37 AM
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Dont know why
Não sei se era quarto crescente, mas aconteceu-me há uma semana uma coisa estranha: depois de uma noite… com um gajo (o que não é propriamente quatidiano), acordei de manhã com ela* enorme, como se a não fizesse há 3 ou 4 dias, e tinha-a feito na manhã do dia anterior. Comentei com o gajo, que por sinal também tinha a dele* maior do que é costume, e chegámos então à conclusão, mesmo sem provas científicas, que devia ser da testosterona… produzida em excesso, como consequência dos acontecimentos das últimas horas, e teria o seu* processo de crescimento sido acelerado. __ * a barba, claro |
domingo, fev 19malandro | 02:05 PM
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A Place Between Nothing And Nowhere
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sexta-feira, fev 17malandro | 08:35 PM
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You Come and I Go
__ * In, O lado errado da noite |
malandro | 08:32 PM
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Plan of the Man
Nem sei que pensar dos gajos, por falta de dados: ou estão metidos no quarto de um, ou estão metidos no quarto de outro, e até ás tantas, e vá lá saber-se porque é que fiquei no meio do quarto dos dois. Ás quatro da madrugado lá sou acordado com a ida dalgum à casa de banho, com fragmentos de conversas: "foi fora de jogo", ou com a mudança de quarto, isto quando não encontro pela manhã a porta de um dos quartos aberta, o quarto vazio, e os gajos supostamente a dormir nos mesmos 10 m2 e de porta fechada... Pois, sou eu a ser má língua, dizem-me alguns, mas um dia destes estava eu na conversa com o J. na cozinha, enquanto ele estendia a roupa dele (e se calhar a do outro) e o C. chegou-se, perguntou-lhe pelo jantar, "o que é que vais fazer?", "costeletas com arroz", foi-se embora, e o J. lá ficou a lavar a loiça, a estender a roupa, a sacudir o tapete do quarto, e já se sabe, a tratar da costeleta do outro. Ainda não tive a sorte de o ver a passajar meia com um ovo de madeira, embora ja lhe deve conhecer quase todos os boxeurs, nem fui espreitar ao quarto se o gajo aspirava em tronco nu e com o botão das calças aberto..., mas aquele não me importava nada de o ver nesses desaprontos. Mas não se iludam que isto das limpezas não é todos os dias. E o gajo até é simpático e na segunda-feira à noite bateu à porta do meu quarto, salvo seja, só para me cumprimentar, e disponibilizou-se para qualquer coisa que eu precisasse... |
domingo, fev 12malandro | |





