sexta-feira, mai 7

Tiago
EM

Masturbação artistica

Hoje estava a pensar escrever sobre Masturbação e lembrei-me deste poema, inspirado na Balada da Neve de Augusto Gil, que, com os cortes que eu fiz, bem lhe podia ser dedicado.
Ora vejam:
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim.
(...)
Quem bate, assim,
(...)
Pôs tudo da cor do linho.
(...)
E Fico olhando esses sinais (...)

Mas não só de poemas vive essa prática, é preciso também alguma imaginação (e tesão ;).
Eu não vejo a masturbação solitária como algo que se faz quando não temos parceiro sexual, mas sim como fazendo parte da minha sexualidade e sem a qual não passo...
Já por várias vezes, em conversas da net, choquei alguns com as minhas performances de punheteiro, quase sempre pela periodicidade das mesmas... Mas lembro-me perfeitamente de algumas que me chocaram também a mim, não pelas performances, mas pela forma artística. Uma dessas foi um gajo que me disse que costumava bater deitado de cabeça para baixo e encostado a uma parede (tipo a fazer o pino). Perguntei, curioso, porque o fazia, ao que ele responde, sem complexos, que adorava vir-se para a sua cara... Eu, ainda teen e muito verde nestas coisas de gajos, desliguei a net meio assustado. Mas aquilo ficou a martelar na minha cabeça e, como procurava ser um exper da arte punheteira, resolvi experimentar.
Despi-me, deitei-me na posição recém aprendida, encostado à cama e iniciei os movimentos... Passado um bocado atingi o objectivo e fiquei, como já se imaginava, com a cara cheia de algo que até então tinha chegado, no máximo, ao pescoço. Como qualquer bom cientista apontei os resultados da expêriencia. Mas confesso que pus de lado a prática da ginástica na minha "arte", não voltando por isso a repeti-la...
Contudo, e passado tanto tempo, continuo à espera de ideias novas e inspiradoras. ;)

 
Comentários

:)

Comentário de: Tangerina às maio 7, 2004 10:15 PM